“Não há efetivamente qualquer deriva totalitária em STP”-Gabriel Costa

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O primeiro-ministro são-tomense Gabriel Costa chamou esta terça-feira a imprensa para colocar os pingos nos is.

O chefe do governo negou que haja no país uma tendência totalitária e acusa alguma imprensa de tentar lançar o descrédito sobre o país ao anunciar que o país caminha para uma ditadura.

A polémica instalada com o discurso do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça José Bandeira ainda dá panos para a manga. Desta-feita, o primeiro-ministro são-tomense foi quem chamou a imprensa para assegurar que não há qualquer intenção de alteração do sistema político no país.

“A democracia não está em perigo, não há efetivamente qualquer deriva totalitária ou seja o que for, e falo sob o controlo da comunidade internacional, das embaixadas, do sistema das Nações Unidas em STP, que podem efetivamente dizer melhor do que nós qual é  o clima que se vive em STP relativamente aos direitos fundamentais do cidadão. Eu Gabriel Costa, primeiro-ministro e chefe do governo, jamais teria qualquer atitude que postergasse o funcionamento da justiça, enquanto um os pilares do Estado de Direito Democrático”, afirmou o chefe do governo.

Em conversa franca com os média são-tomense, Gabriel Costa não escondeu a sua magoa para com alguma imprensa e os “ditos comentadores” que na sua opinião estão a lançar o descrédito sobre o país, sobretudo, além fronteiras.

“Eu perguntaria hoje a essas pessoas que de forma leviana lançam o descrédito sobre o nosso país, insinuando que há riscos de ditadura em STP, eu pergunto onde é que estavam essas pessoas no momento em que se atingiu os direitos fundamentais do cidadão, e que eu me opus veementemente” afirmou o primeiro-ministro ao dar exemplo de um caso que aconteceu no país durante o mandato do anterior governo, que envolveu a tentativa de expulsão de um cidadão estrangeiro do país, segundo Gabriel Costa a revelia da lei.

“As pessoas não estão a atingir a mim pessoalmente, nem ao Presidente da República. Quando se lança insinuações não se faz o jornalismo com profissionalismo tentando ouvir de uma forma imparcial, com independência, com isenção, pautando para ética. Se se fizesse isso ter-se-ia apercebido que o nosso país não está na rua da amargura relativamente aos direitos fundamentais da população” pontuou.

Brany Cunha Lisboa

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